Terça-feira, 1 de Julho de 2008

Jornal de Notícias

Os Tokio Hotel voltam, este domingo, a Lisboa para encher o Pavilhão Atlântico, a partir das 19.30 horas. Entre os cerca de 20 mil fãs, vão estar duas jovens nortenhas, Bárbara Fonseca e Inês Dionísio, que tudo farão para levar os germânicos a regressar.

Se houvesse algum concurso tipo "Quem quer ser milionário?" sobre os Tokio Hotel, Bárbara Fonseca, de 15 anos, e Inês Dionísio, de 14, já constariam, pela certa, da lista dos mais ricos da "Forbes". Pode dizer-se, com toda a certeza, que as duas jovens, a primeira de Lourosa (Feira) e a segunda de Avintes (Gaia), sabem tudo sobre Bill, Tom, Georg e Gustav, os quatro alemães que hoje subirão ao palco do Pavilhão Atlântico perante cerca de 20 mil acérrimos fãs.

E é claro que Bárbara e Inês vão lá estar, para assistir a um concerto que há muito ansiavam, já que não tiveram oportunidade de ir ao Rock in Rio Lisboa, mas acima de tudo para proporcionar aos seus ídolos um momento inesquecível.

"Vamos ouvir 21 músicas durante duas horas e por mim ficava lá muito mais tempo. Mas, mais do que isso, o que nós queremos é levar os Tokio Hotel a pensar que têm de voltar a Portugal o mais depressa possível porque foi aqui que encontraram o melhor público de sempre", explicou Bárbara Fonseca.

Assim, e para tal, segundo Inês Dionísio, o clube de fãs portugueses da banda germânica já tem todo o esquema montado: "Quando eles tocarem o tema "Forgotten children", vamos todos dar as mãos, e durante a música "Black", quando o Bill pedir ao público para levantar as mãos no ar, vamos ligar os telemóveis e usá-los tipo isqueiros. E no fim, quando tocarem o "By your side", cada um de nós vai levantar no ar uma folha A4 com um coração vermelho de um lado e um verde do outro, à laia de bandeira nacional, e que têm, no lugar da esfera armilar, o símbolo dos Tokio Hotel em amarelo e inscrita por baixo a frase "Wir sind hier" (Nós estamos aqui)", explicou.

Questionadas acerca do motivo de tanta paixão, as jovens foram peremptórias: começou tudo pela música.

"Ao princípio, quando ainda nem sequer eram conhecidos em Portugal e eu só sabia que eles existiam através de uma amiga cibernauta que vivia na Alemanha, não gostava muito deles, porque as canções eram em alemão e não as entendia", contou Bárbara Fonseca. "Mas, depois, a partir de 2006, começaram a cantar em inglês e aí percebi que eles transportavam para as letras o que eles próprios viviam e as experiências porque passavam e vi que a vida deles era muito semelhante à minha e à de quase todos os jovens", concluiu.

publicado por UNION TH § às 02:12

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